Um pequeno passo para o homem…

… mas um grande passo para a humanidade. Com essas palavras, em 20 de julho de 1969, a chegada do homem na Lua durante a missão Apollo 11 foi transmitida para o mundo todo. O feito, realizado pelo astronauta americano Neil Armstrong seguido do seu colega de missão Buzz Aldrin, fico marcado na história.

Porém, outros dez astronautas da Agência Espacial Americana, Nasa, tiveram este mesmo privilégio, porém sem tanta notoriedade. Nas missões anteriores, foram realizadas aproximações e órbitas, as vezes tripulados. Na missão Apollo 12, Charles “Pete” Conrad e Alan Bean pisaram na Lua. A missão Apollo 13 ficou famosa pela explosão no módulo de serviço, que contém uma grande variedade de equipamentos e sistemas de suporte à missão, e não puderam pusar na Lua (“Houston, we have a problem“); Alan Shepard e Edgar Mitchell na Apollo 14; David Randolph Scott e James Irwin na Apollo 15; John Watts Young e Charles Duke na Apollo 16; Eugene Cernan e Harrison Schimitt na Apollo 17. Veja mais sobre quem foram esses doze homens que pisaram na Lua nesse link.

Foto do último homem (missão Apollo 17) a pisar na Lua, Eugene Cernan. Fonte: Astronomy Picture of the Day - NASA

Foto do último homem (missão Apollo 17) a pisar na Lua, Eugene Cernan. Fonte: Astronomy Picture of the Day – NASA

O objetivo de explorar a Lua e as missões Apollo 18, 19 e 20 foram abandonados em dezembro de 1972, com o voo da Apollo 17. Os motivos para esta decisão foram tanto a falta de verbas, cortadas pelo congresso americano, quanto o desinteresse da opinião pública estadunidense com o projeto. Ainda assim, muitos insistem que tudo não passa de uma armação do governo dos EUA para enganar a União Soviética e a opinião pública, e que tudo teria sido feito num estúdio no estado de Nevada, sob a direção de Stanley Kubrick, o realizador de 2001 – Uma Odisséia no Espaço. Para os “conspiracionistas”, segue um vídeo e um texto abaixo rebatendo os principais argumentos dos que não acreditam nessa façanha da humanidade.

Sombras de diferentes direções
Como só há uma fonte de luz na Lua (o Sol) e como não há atmosfera para difundi-la, as sombras não deveriam formar as regiões de penumbra mostradas nas fotos. Além disso, objetos paralelos não têm sombras paralelas, o que prova que havia mais de uma fonte de luz: os refletores do estúdio.
Explicação: Além do Sol, havia fontes de luz secundárias (a reflexão da luz solar na Lua, nas roupas dos astronautas e no módulo lunar). Boa parte dos raios refletidos na superfície do satélite “bate” de novo nos objetos e espalha-se em diversas direções, o que explica o aparecimento da penumbra. Quanto ao paralelismo, a transposição de 3 dimensões para 2 provoca as distorções.

Bandeira tremulando
As fotos e os vídeos exibidos mundo afora mostram a bandeira americana tremulando. Como isso é possível se na Lua não há atmosfera nem vento? Esta é mais uma prova de que a tripulação da Apolo 11 simulou a alunissagem num estúdio, onde começou a ventar acidentalmente.
Explicação: Além da haste vertical, a bandeira tinha um suporte horizontal, para manter-se aberta. Ao ser fincado no solo, o mastro foi girado, criando o movimento. Justamente porque não existe atmosfera em solo lunar o movimento durou algum tempo (não há ar para brecá-lo). Além disso, as dobras do pano reforçam essa impressão. Aliás, se havia vento no estúdio, por que não se vê poeira voando?

Filme da máquina de fotografia e extremos de temperatura
As temperaturas na superfície lunar variam de 120°C negativos a 150°C positivos. O fato é que nem filmes especiais seriam capazes de resistir a tamanha oscilação. Por isso, todas as fotos que você já viu sobre o homem na Lua são falsas.
Explicação: De fato, nenhum filme aguentaria tais condições de temperatura. Só que os filmes não foram expostos a elas. No vácuo lunar o calor não se propaga por condução ou convecção, só por irradiação (incidência direta de luz) e seus efeitos podem ser muito reduzidos com proteção reflexiva. Por isso, as câmeras foram envolvidas com material branco (como as roupas). Inclusive, uma das câmeras foi leiloada recentemente (veja uma foto da câmera e a matéria completa aqui).

Céu sem estrelas
Mais uma prova de que o homem não foi à Lua é o fato de que não aparecem estrelas no céu em nenhuma das fotos. Certamente os manipuladores da Nasa se esqueceram de colocá-las no cenário montado dentro do estúdio.
Explicação: Quantas vezes você já fez fotos à noite e apareceram estrelas? Além disso, em locais muito claros, como o solo dos desertos ou da Lua, o tempo de exposição do filme deve ser muito reduzido, o que impede que as estrelas sejam “impressas” na película.

Sem chamas do foguete
As imagens do pouso e da decolagem em solo lunar não mostram as chamas expelidas pelo foguete e também não há marcas na superfície do satélite. Além disso, como os 3 astronautas poderiam retornar da Lua num módulo tão pequeno para caber o combustível necessário para impulsioná-lo?
Explicação: A combustão da mistura de hidrazina e tetróxido de nitrogênio produz uma substância incolor. Como não havia ar em volta da nave, os gases espalharam-se rapidamente. Ou seja, nada de chamas visíveis. O mesmo vale para a ausência de crateras. Como não há ar, a parte do solo atingida pelos gases não se dispersou. A gravidade menor exige menos energia para a decolagem.

Pegadas parecem de solo úmido
As marcas das botas usadas pelos astronautas são mais parecidas com pegadas feitas em solo úmido. Mas todo mundo sabe que na Lua não há água. Ou seja, as imagens são mais uma prova da grande armação.
Explicação: As fotos foram feitas para registrar a natureza da poeira lunar e os efeitos da pressão sobre o solo. E elas mostram que a superfície é seca, fina e se compacta facilmente, por causa da ausência de ar.

A Lunar Reconnaissance Orbiter Camera, ou LROC, foi lançada em junho de 2009. Ela passou três anos orbitando a Lua e tirando fotos com uma câmera de alta resolução. Em 2012, as imagens enviadas pela LROC confirmaram que as bandeiras sobreviveram: a da Apollo 11 está caída na superfície lunar e a da Apollo 15 ainda está de pé.

Fonte: Revista Superinteressante

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