Liebster Blog Award

O “Liebster Blog Award” pode ser traduzido do inglês/alemão como “Prêmio blog mais querido”. Já vi muitos blogs chamando ele de TAG, que vem do inglês e significa etiqueta – imagino que chame assim porque a pessoa é marcada para responder. Ele é uma das formas de corrente, que indica outros blogs que também respondem às perguntas feitas e indicam outros blogs, e assim sucessivamente.

liebsteraward

Estive procurando as origens do Liebster Blog Award por curiosidade. Uma ferramenta para ajudar na busca foi o site da Internet Archive, uma organização sem fins lucrativos dedicada a manter um arquivo de versões de páginas da internet, mesmo quando o site sai do ar. Os mais antigos que encontrei que fazem menção ao Liebster são de 2010.

De acordo com esse blog, que achou as regras mais “primitivas”, quem recebe o Liebster deve indicar 5 blog com menos de 200 leitores. Não sei se esse número corresponde a visualizações em um dia ou leitores cadastrados… mas o intuito é fazer referência aos pequenos blogs, que carecem de divulgação.

Com o aumento da internet e da “blogosfera”, esse número já mudou indicar mais blogs e com um número maior de leitores. Como não é um prêmio real, não existem juízes, regras oficiais ou uma equipe de algum site organizador. É principalmente o que você quer que ele seja.

Gostaria de agradecer ao Meteorópole pela indicação deste humilde e depreciável site. Aqui vão as perguntas feitas no site que me indicou e que podem ser respondidas pelos blogs que forem aqui indicados:

1. Qual foi o primeiro livro que você leu?

Lembro de uma coleção de clássicos da Disney, que tinha a Ilha do Tesouro, 20 mil Léguas Submarinas… Mas o primeiro é difícil. Talvez tenha sido “O Livro do Trava Língua”, da Ciça.

2. Tem o costume de ler o mesmo livro várias vezes? E qual seria esse livro?

Geralmente eu não repito livro, filme ou lugar para visitar, prefiro conhecer coisas novas. Mas livros mais técnicos acabo consultando várias vezes, ainda mais quando sua leitura é agradável e instrutiva, como o “Física Conceitual”, de Paul G. Hewitt.

3. Há bibliotecas públicas em sua cidade ou bairro? Você costuma frequentá-las?

Existem algumas bibliotecas públicas nessa região, mas eu frequentava mais quando era menor – e não tinha internet rsrs.

4. Em sua opinião, como podemos incentivar as pessoas para que elas adquiram o hábito da leitura?

Logo de início, as crianças devem ser incentivadas pelos pais e familiares, que são as pessoas mais próximas e exemplo de conduta pra elas. E como elas tendem a copiar o que os pais fazem, não adianta só falar: tem que ler também para dar o exemplo! Os jovens podem começar por quadrinhos e livros com pouco texto, para se sentirem incentivadas a concluir a leitura e não demorar tanto com um livro só. Gradualmente, ela vai tomando gosto por determinadas literaturas.

Para os adultos, creio que é bom começar com a leitura de livros de assuntos que os agradem ou que ajude para resolver algum problema específico de sua vida.

5. Qual era sua relação com a leitura na adolescência? A leitura era incentivada em sua escola?

Na adolescência que meu gosto por ficção científica ganhou força, com os livros do Júlio Verne. Também li vários livros de curiosidades, a maioria delas científicas, que me atraíam bastante. A escola cobrava leitura de livros voltados para público juvenil (tipo “A droga da obediência”) e no ensino médio vieram os livros que iam cair no vestibular. Foi bom para ganhar conhecimento em literaturas diferentes das que eu já gostava.

Na escola, tinha uma biblioteca que depois abriram para a consulta direta de livros e revistas. Eu sempre ia pra lá nos intervalos e depois do almoço, antes das aulas da tarde. Gostava de ler a Superinteressante, mas passava boa parte do tempo lendo os livros didáticos e fazendo as tarefas.

Quando eu estava na 4ª série, em várias aulas eu pedia para a professora que dava aulas de português se eu podia ler um trecho do “Guia dos Cuirosos”, de Marcelo Duarte, para a sala. Ela permitia e todos davam risadas dos fatos relatados. Era um livro enorme e outras pessoas se sentiram incentivadas à leitura.

6. Perguntinha clichê: se fosse ficar em uma ilha deserta para o resto de sua vida e pudesse levar apenas 5 livros, quais seriam?

Um guia de sobrevivência na selva, um livro de primeiros socorros, um manual de como fazer construções, a Bíblia e uma versão impressa do meu site rsrs

7. Já se aproximou de algum desconhecido no metrô / ônibus / parque / praia / biblioteca / etc para perguntar sobre o livro que ele estava lendo?

Não, geralmente são livros de auto ajuda ou a pessoa está estudando.

8. Já que mencionei vários lugares na pergunta 7, faço uma pergunta relacionada: qual o seu lugar preferido para ler?

Meu quarto ou algum lugar silencioso e confortável para sentar. Também leio quando estou em alguma fila ou esperando alguma coisa e estou sozinho.

9. Costuma baixar livros da internet?

Às vezes, quando o livro está muito difícil de encontrar ou quando é uma leitura rápida. Ler por muito tempo no computador cansa a vista, já que a tela é retroiluminada, e também não adquiri nenhum leitor para livros digitais, como o Kindle.

10. Costuma acompanhar as listas de livros mais vendidos? Já ficou interessado em algum livro que figurou uma dessas listas?

Não costumo acompanhar essas listas, geralmente prefiro ler os clássicos, que já são muitos. Fico interessado em livros dessas lista somente se tiverem alguma coisa específica que me traga interesse, mas os descubro porque vejo falar deles em algum outro lugar.

11. Costuma ler livros de popularização e divulgação científica? Tem algum para recomendar?

São os livros que mais leio. Recomendo “O mundo assombrado pelos demônios”, de Carl Sagan.


Além de responder às perguntas, os indicados devem agradecer ao site que o indicou, linkar outros 5 blogs (pode indicar mais que 5, só não vale portais ou grandes sites) e colocar o selo “Liebster Blog Award”. Seguem os blogs que indico – tem vlog aí dentro, já que os conteúdos estão cada vez mais ‘multimídia’:

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Mais informações na licença de uso do site.
  • Uia, Não conhecia esse tal de Liebster. Vou trabalhar nisso, Vini. Guenta aí. 🙂