Códigos de Meteorologia Aeronáutica

As informações meteorológicas na aviação devem ser transmitidas o mais rapidamente possível a todos os pontos que forem de interesse para o planejamento e navegação segura de voos. Em tempos de transmissão de dados restritas e lentas, quanto menor fosse a mensagem, mais rápida seria enviada/recebida e também interpretada, e por isso criaram códigos. Existem dois tipos de boletim que são difundidos das estações meteorológicas de superfície dos aeródromos para fora do aeródromo: METAR e SPECI. Existem também as previsões de tempo dos aeródromos (TAF e GAMET), avisos em rota (SIGMET e AIRMET), dentre outras formas de informar as condições meteorológicas presentes e previsões.

O Serviço de Informação Aeronáutica, ou simplesmente AIS (do inglês Aeronautical Information Service) é prestado aos profissionais envolvidos com as operações de aeronaves (principalmente pilotos) e seu objetivo principal é garantir o fluxo de toda informação necessária à segurança, regularidade e eficiência da navegação aérea. Em alguns aeroportos é possível ver uma sala com um quadrado amarelo e um C preto pintado no meio, indicando a localização do AIS. O website oficial do AIS brasileiro é a AISWEB.

METAR

Informe meteorológico regular de aeródromo (METeorological Aerodrome Report) – é um informe codificado, associado às observações meteorológicas à superfície, e utilizado para fornecer informações sobre condições do tempo em um aeródromo específico. Na maioria dos aeródromos tem sua confecção de hora em hora, nas horas cheias. Veja um exemplo abaixo e outro na página do REDEMET.

No site Flight Utilities você pode buscar o METAR de qualquer lugar e traduzí-lo para o português. Uma busca de informes METAR e TAF antigos pode ser feito nos sites da OGIMET e da Iowa State University of Science and Technology. O site do TMA Curitiba também fez uma matéria interessante sobre o assunto.

As informações do METAR são bastante representativas de uma área ao redor de 5 NM (raio de quase 10 km) ao redor do ponto de observação, considerando-se que não existam características geográficas que alterem significativamente algum ponto (montanhas e lagos, por exemplo), mas podem ainda ser “úteis” em até 20 NM (37 km).

metar

DZ: 0.1 a 0.5; -RA: 0.6 a 1; RA: 1.1 a 5; +RA: > 5 mm | FEW: 1-29%; SCT: 30-61%; BKN: 62-90%; OVC: >90% de cobertura

Basicamente, o METAR possui os grupos de identificação (aeródromo e horário), vento, visibilidade, fenômenos do tempo presente, nebulosidade, temperatura, pressão e informações complementares. Veja esse exemplo com uma linha de METAR registrando tempo severo no aeroporto de Congonhas (adaptado de 2016-12-29) que possui alguns campos além dos que sempre devem aparecer:

METAR SBSP 292000Z 32004G18KT 130V200 1500 R17/P2000N R35/P2000D +TSRA BR BKN018 SCT040 FEW043CB BKN063 23/19 Q1016 WS RWY17=

  • METAR – indica se é um informe regular (METAR) ou especial (SPECI)
  • SBSP – código ICAO do aeroporto (S de América do Sul, B de Brasil e SP identificando o aeroporto de Congonhas).
  • 292000Z – data e horário (dia 29, 20 horas e 00 minutos no fuso horário ZULU).

Obs: após a indicação espacial e temporal, pode vir uma indicação dizendo que as informações foram obtidas de forma automática (AUTO). Além disso, também pode aparecer a sigla COR indicando que essa linha de METAR/SPECI é uma correção à linha anterior.

  • 32004G18KT – direção do vento (três primeiros algarismos, de 10 em 10 graus a partir do norte verdadeiro, ou seja, 320º) e intensidade (dois ou três algarismos seguintes, 04 nós). Se a direção do vento variar com a velocidade permanecendo a mesma, poderá ser usado VRB no lugar dos algarismos de direção. Nesse caso, também apresenta informação de rajada (dígitos após o G, do inglês gusting, 18 nós). Todas as unidades em nós (KT, do inglês knots) ou metros por segundo (MPS) conforme o país.
  • 130V200 – esse campo aparece somente se o vento tiver uma variação superior a 60 graus se iniciando num período de 10 minutos antes da observação. Informa os extremos
    da variação no sentido horário (variou da direção 130º a 200º antes da observação).
  • 1500 – visibilidade (em metros). Até 500 metros de visibilidade, seu valor é informado de 50 em 50 metros; de 500 a 5000 metros, é dado de 100 em 100; de 5000 a 9999 metros, de 1000 em 1000; acima de 10000 metros (10 km), utiliza-se o algarismo 9999. Em alguns países, é dada em milhas terrestres, indicado por “SM” (statute mile) – são inclusive utilizadas frações, como “3/8SM”.

Deve-se incluir mais um campo somente se a menor visibilidade for inferior a 5000 m e houver variações direcionais de no mínimo 50% desta visibilidade mínima. Ele informa a visibilidade mínima e o setor em que ela está ocorrendo (1900SE, por exemplo, indica 1900 metros no setor sudeste do aeródromo). Se a visibilidade mínima for menor que 1500m e houver, em outra direção, visibilidade maior que 5000 m, esta também deve ser informada.

  • R17/P2000N R35/P2000D – grupo RVR (Runway Visual Range, ou “alcance visual da pista”), utilizado em aeródromos que operam com pouso e decolagem de precisão (ILS CAT-II ou superior) ou que a situação exiga maior precisão no reporte. O RVR é a visibilidade horizontal que se anotaria ao estar com a sua aeronave alinhada na cabeceira em questão. É apresentado pela letra R seguida do número da pista, uma barra e o valor da visibilidade na cabeceira. Logo após, podem ser usadas letras para indicar o aumento (U), diminuição (D) ou sem tendência de modificação (N) – por exemplo, R17/0800U indica RVR da pista 17 e 800m com tendência a aumentar.

Se a visibilidade relatada for menor que 2000 metros (por exemplo) e o valor do RVR for maior que o máximo que pode ser medido, o RVR será informado como P2000; se for menor que o mínimo que pode ser medido, o RVR será informado como M, seguido pelo mínimo de visibilidade. Caso o valor de visibilidade seja em pés, deve-se acrescentar “FT” após o valor. Caso esteja variando entre dois valores, pode ser indicado conforme o exemplo: R06L2000V4000FT significa que, na pista 06L, a visibilidade varia entre 2000 e 4000 pés.

  • +TSRA BR – fenômenos de tempo significativos, cada um com sua sigla (veja na figura). Eles possuem quantificadores de intensidade (+,- ou sem sinal), proximidade (VC) e descritores (faltou o PR – parcial – no quadro acima). Também constam fenômenos de precipitação, de redução de visibilidade e outros. No exemplo, existe uma tempestade com trovoadas (TS) forte (+) com chuva (RA) e névoa úmida (BR, do francê brume ou brouillard) – outras siglas também vêm do francês, como FU (fumée) e GR (grêle).
  • BKN018 SCT040 FEW043CB BKN063 – a nebulosidade pode ter até quatro campos, conforme o nível das nuvens (altura aumenta da esquerda pra direita). A quantidade de nuvens estimada visualmente (código com três letras no início). Os três números seguintes indicam a altura das nuvens em centenas de pés – caso as nuvens estejam abaixo do nível de observação, utilizam-se 3 barras no lugar do valor (///). Nesse exemplo, temos: tempo nublado (BKN) em níveis baixos com nuvens a 1800 pes; nuvens esparsas a 4000 pés; poucas nuvens a 4300 pés do tipo Cumulonimbus (CB); nublado a 6300 pés.

Caso não seja possível ver as nuvens (durante um nevoeiro, por exemplo), é usado o grupo de visibilidade vertical: VV001 indica visibilidade vertical de 100 pés, por exemplo.

A sigla CAVOK (“Ceiling na Visibility OK”, teto e visibilidade OK) pode substituir visibilidade, RVR, Tempo Presente e nebulosidade desde que a visibilidade seja maior que 10 km, sem nuvens abaixo de 5000 pés (ou a maior altitude mínima do setor e nenhuma cumulonimbus ou cumulus em qualquer nível) e ausência de outros fenômenos significativos. Quando não existir nuvens e CAVOK não for apropriado, usa-se SKC (“sky clear”, ausência de nuvens) ou NSC (“nil significant cloud”, pode haver algumas nuvens, mas nenhuma está abaixo de 5000 pés ou dentro de 10 quilômetros). Também pode aparecer NCD (“no clouds detected”) caso exista um aparelho automático para detectar as nuvens. NSW (“no significant weather”, nenhum tempo significativo) é usado para indicar que o tempo ou o obscurecimento listados no grupo anterior já não se espera que ocorra.

Caso apareçam três barras após a altura das nuvens (por exemplo FEW021///), isso indica que a nuvem foi detectada mas não sabe se é TCU ou CB. Se aparecerem seis barras no lugar da informação da cobertura e altura de nuvens (por exemplo //////TCU), isso indica que uma nuvem de desenvolvimento vertical (TCU nesse caso) foi detectada, mas não há como obter as outras informações.

  • 23/19 – temperatura do ar e temperatura do ponto de orvalho (em graus Celsius), separados por barra. Cada uma é apresentada sempre com dois dígitos e com a letra M na frente caso seja um valor negativo.
  • Q1016 – pressão ao nível do mar, precedido pela letra Q (para ajuste do altímetro), em hectopascal (hPa) usando quatro dígitos. Em alguns países, é informada em polegadas de mercúrio (inHg), utilizando-se a letra A em vez do Q (por exemplo, A3006 indica 30.06 inHg).
  • WS RWY17 – informações complementares; nesse caso, WS reporta windshear (tesoura de vento) na pista (RWY) de número 17. Caso tenha acontecido um fenômeno recentemente, antes do horário de observação, é incluído “RE” antes da sigla do fenômeno (por exemplo, RETS indica trovoadas recentes).

Em alguns países (como EUA e Canadá), é comum incluir uma outra parte com observações mais detalhada, iniciada pela sigla RMK (remarks).

O sinal de igual (=) indica o fim da mensagem. Veja mais detalhes e exemplos em Aircrew Quick Reference to the METAR and TAF CodesAcademia do Ar e Weather FAQs.

SYNOP

As Observações Sinóticas à Superfície (Surface Synoptic Observations) são códigos numéricos designados pela Organização Meteorológica Mundial e utilizados para a notificação de observações meteorológicas feitas por estações meteorológicas de superfície e automáticas. Os relatórios SYNOP são normalmente enviados a cada seis horas por ondas curtas usando equipamento de RTTY ou pela internet. Um relatório é composto por grupos de números (e barras, caso não haja dados disponíveis) descrevendo informações meteorológicas gerais, tais como a temperatura, a pressão atmosférica e a visibilidade em uma estação meteorológica. Veja o significado de cada elemento do código SYNOP no link.

SPECI

Boletim meteorológico especial selecionado, informado nos horários em que não for previsto o Boletim METAR e quando houver alteração significativa nas informações contidas na última mensagem.

TAF

Previsão Terminal de Aeródromo (Terminal Aerodrome Forecast), confeccionada a cada 6 horas por um CMA-1. As previsões para os aeródromos internacionais tem validade de 24 horas e os domésticos 12 horas. O código TAF traz uma descrição completa das previsões de condições meteorológicas que ocorrerão em um aeródromo durante determinado período, incluindo todas as mudanças consideradas significativas para operações aéreas. Aqui tem um curso gratuito para escrever TAFs.

O código TAF contém as seguintes informações na sequência:
a) grupos de identificação;
b) vento à superfície previsto;
c) visibilidade predominante prevista;
d) tempo significativo previsto;
e) nuvens previstas (ou visibilidade vertical, se for o caso);
f) temperaturas previstas; e
g) mudanças significativas esperadas.

TAFs usam codificação semelhante dos relatórios METAR, sendo que cada linha corresponde a um período de previsão. Veja esse exemplo de TAF das 1200Z de 01/02/2017:

TAF SBSP 010909Z 0112/0212 07005KT 9999 FEW018 TX28/0117Z TN20/0208Z
BECMG 0112/0114 FEW030
BECMG 0114/0116 35007KT SCT040
PROB40 TEMPO 0118/0124 23010KT 5000 TSRA BKN010 FEW040CB
BECMG 0200/0202 07005KT SCT011
PROB30 0208/0211 6000 BKN008 RMK PGD=

  • 010909Z – dia e horário de emissão do reporte (dia 01 às 09:09 UTC).
  • 0112/0212 – período de validade da previsão (dia 01 às 12:00 UTC até dia 02 às 12:00 UTC).
  • 07005KT 9999 FEW018 – previsão: direção e velocidade do vento (070º e 05 nós), visibilidade (maior que 10 km) e nebulosidade (poucas nuvens a 1800 pés).
  • TX28/0117Z TN20/0208Z – previsão: temperatura máxima (TX = 28ºC) prevista para o horário indicado depois da barra (dia 01 às 17:00 UTC); o mesmo para temperatura mínima (TN = 20ºC, prevista para dia 02 às 08:00 UTC).

Os campos BECMG (becoming) indicam que vai começar uma modificação meteorológica no primeiro horário informado e somente APÓS o segundo horário informado é que a mudança vai prevalecer. Veja os exemplos:

  • BECMG 0112/0114 FEW030 – mudança de tempo inicia dia 01 às 12:00 UTC e após dia 01 às 14:00 UTC prevalecerá a condição de poucas nuvens a 3000 pés.
  • BECMG 0114/0116 35007KT SCT040 – mudança de tempo inicia dia 01 às 14:00 UTC e após dia 01 às 16:00 UTC prevalecerá a condição de vento de 350º a 07 nós e nuvens esparsas a 4000 pés.
  • BECMG 0200/0202 07005KT SCT011 – mudança de tempo inicia dia 02 às 00:00 UTC e após dia 02 às 02:00 UTC prevalecerá a condição de vento de 070º a 05 nós e nuvens esparsas a 1100 pés.

Os campos PROB (probability) indicam a probabilidade de acontecer a mudança indicada em um período de tempo, em porcentagem. Somente existem PROB30 (30%) e PROB40 (40%), pois PROB20 é uma probabilidade tão baixa que não vale a pena colocar em um TAF e de PROB50 para mais é tão provável que não é colocado no TAF como um PROB, e sim como uma previsão confiável (BECMG em vez de PROB). Veja o exemplo:

  • PROB40 TEMPO 0118/0124 23010KT 5000 TSRA BKN010 FEW040CB – probabilidade de 40% em acontecer uma mudança temporária entre dia 01 às 18:00 UTC até dia 01 às 24:00 UTC de vento de 230º a 10 nós, visibilidade de 5000 metros, trovoadas com chuva, céu nublado a 1000 pés e com poucas nuvens a 4000 pés com Cumulonimbus.

O termo TEMPO (temporary) indica mudança temporária dentro do período indicado; após esse período, se não houver mais informações adicionais, as condições meteorológicas voltam às condições anteriores à esta previsão.

O termo FM (from), que indica uma mudança rápida de tempo onde todos os grupos de dados na linha anterior são substituídos.

Também existem campos para previsão de windshear, formação de gelo, turbulência e menor ajuste QNH. Veja os exemplos, que são inseridos no final da linha de previsão:

  • WS010/18040KT – previsão de windshear a 1000 pés de altura vindo de 180º a 40 nós. Também é usado WSCONDS para um potencial de windshear, mas sem informação suficiente para indicar mais detalhes.
  • 620304 – previsão de formação de gelo (6) do tipo opaco e intensidade leve (2) no nível 030 (3000 pés) com profundidade de 4 mil pés (4), ou seja, entre 3 mil e 7 mil pés. O dígito 6 no início sempre indica formação de gelo, enquanto que os tipos e intensidades estão listados na tabela abaixo:
Código Gelo
0 Traços (USA Air Force) ou sem (WMO)
1 leve misto
2 leve opaco na nuvem
3 leve claro na precipitação
4 moderado misto
5 moderado opaco na nuvem
6 moderado claro na precipitação
7 severo misto
8 severo opaco na nuvem
9 severo claro na precipitação
  • 520004 – previsão de turbulência (5) moderada de céu claro ocasional, ou seja, 1/3 do tempo (2), com base no nível do solo (000) com profundidade de 4 mil pés (4), ou seja, entre o chão e 4 mil pés de altura. O dígito 5 no início sempre indica turbulência, enquanto que os tipos e intensidades estão listados na tabela abaixo:
Código Turbulência
0 sem
1 leve
2 moderada de céu claro, ocasional
3 moderada de céu claro, frequente
4 moderada em nuvem, ocasional
5 moderada em nuvem, frequente
6 severa de céu claro, ocasional
7 severa de céu claro, frequente
8 severa em nuvem, ocasional
9 severa em nuvem, frequente
X extrema
  • QNH2960INS – previsão de QNH mínimo de 29.60 polegadas de mercúrio (INS) – se não tiver indicação de unidade de medida, está em hPa.

Existem os termos AMD (Amended Aerodrome Forecast), porque a versão anterior não é mais representativa do tempo atual ou esperado, e COR (Corrected Aerodrome Forecast), com uma correção do que já foi previsto.

No Brasil, o código é finalizado com um “RMK” com três letras indicando as iniciais/ID do responsável pela previsão.

GAMET

Previsão de fenômenos significativos (General Aviation Meteorological Information) que deverão ocorrer entre o solo e o FL 100 ou FL150 (em regiões montanhosas), dentro de uma FIR ou subárea, confeccionada por um CMA-1 e com validade de 6 horas, principiando às 00, 06, 12 e 18Z.

SIGMET

Mensagem em linguagem abreviada (Significant Meteorological Information), expedida por um Centro Meteorológico de Vigilância (CMV), sobre fenômenos observados ou previstos em rota que possam afetar as aeronaves em vôo acima do FL100. Para vôos transônicos ou supersônicos a mensagem é denominada SIGMET SST.

AIRMET

Mensagem semelhante ao SIGMET (Airmen’s Meteorological Information), expedida por um CMV, voltada para aeronaves em níveis baixos (até o FL100).

AVISO DE AERÓDROMO

Mensagem confeccionada por uma CMA-1 que informa sobre fenômenos meteorológicos que podem afetar aeronaves no solo e/ou instalações e serviços nos aeródromos.

AVISO DE GRADIENTE DO VENTO

Mensagem elaborada por um CMA-1 sobre variações significativas de vento (direção e/ou velocidade) que possam afetar as aeronaves em trajetória de aproximação, entre o nível da pista e uma altura de 500 metros, assim como aeronaves na pista durante o pouso e a decolagem.

CARTAS SIGWX

Cartas confeccionadas pelo CNMA (Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica) de Brasília, com antecedência de 24 horas, com as condições de tempo e áreas de nebulosidade previstas desde a superfície até o nível 630, divididas em 4 níveis – SUP/100, FL100/FL250, FL250/FL450 e FL450/FL630 (vôos supersônicos). A validade das cartas é de 6 horas, sendo que na legenda aparece o horário médio da carta.

cartas_sigwx

CARTAS WIND ALOFT PROG

Cartas de previsão de vento e temperatura em altitude, elaboradas pelo CNMA a cada 12 horas, com antecedência de 24 horas, para os FL 050, FL100, FL180, FL240, FL300, FL340, FL390, FL450 e FL530. A validade das cartas é de 12 horas, sendo que na legenda aparece o horário médio da carta.

carta_sigwx

Exemplo de carta SIGWX

Finalizando, segue uma seleção com alguns aplicativos para celular de computador de voo, peso e balanceamento, METAR, TAF, NOTAM, etc. Veja mais sobre computador de voo clicando nesse link.

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